O técnico do Mixto, Lucas Isotton, detonou o resultado da partida deste domingo (18) contra o Cuiabá, no Dutrinha, válido pela terceira rodada do Campeonato Mato-grossense. A bronca de Isotton se deu em razão do lance de Dionathã já no final do segundo tempo, quando João Carlos defendeu um chute dele em cima da linha. A reclamação dos Alvinegros é que a bola entrou e a arbitragem errou em validar a defesa.
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“Primeiramente, o goleiro deles tem um amigo aqui que falou que foi gol. E aí, vocês vão conferir as imagens que há um negócio que atrapalha o trabalho todo, uma pré-temporada de quase 45 dias e aí ele faz uma puta sacanagem isso aí. Isso aí tem que rever. Já erraram pro Cuiabá, a favor do Cuiabá. Agora eu queria ver se fosse lá, no gol do misto, que os caras tivessem acontecido uma coisa dessa. E aí, vamos ficar até quando assim? Até quando errando, até quando sendo o mesmo? Aí é brincadeira, né?”, lamentou.
Após a polêmica, o jogo foi marcado por confusão e repreensão da polícia contra os torcedores nos arredores do estádio, motivada pelo lance polêmico no final da partida, envolvendo possível gol do Tigre – não marcado pela arbitragem, que validou a defesa do goleiro João Carlos -, o que culminou na reação mixtense e acabou provocando o tumulto no pós-jogo.
A insatisfação dos torcedores do Tigre da Vargas foi direcionada principalmente à arbitragem, que passou a ser cobrada de forma mais intensa logo após o encerramento do jogo.
Com o aumento da aglomeração e dos protestos, o policiamento presente no estádio interveio utilizando gás de pimenta e bombas de efeito moral para dispersar o público. Durante a ação policial, o presidente do Mixto Ítalo Freitas e o presidente do SAF Dorileo Leal acabaram atingidos por gás de pimenta. Crianças e idosos também foram prejudicados.
O lance polêmico aconteceu já no finalzinho do confronto e daria a vitória para o Mixto. Dionathã recebeu na área e finalizou de primeira. João Carlos defendeu a bola em cima da linha e os jogadores e comissão Alvinegra passaram a apontar que a bola teria entrado, o que não foi validado pela arbitragem.
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“Primeiramente, o goleiro deles tem um amigo aqui que falou que foi gol. E aí, vocês vão conferir as imagens que há um negócio que atrapalha o trabalho todo, uma pré-temporada de quase 45 dias e aí ele faz uma puta sacanagem isso aí. Isso aí tem que rever. Já erraram pro Cuiabá, a favor do Cuiabá. Agora eu queria ver se fosse lá, no gol do misto, que os caras tivessem acontecido uma coisa dessa. E aí, vamos ficar até quando assim? Até quando errando, até quando sendo o mesmo? Aí é brincadeira, né?”, lamentou.
Após a polêmica, o jogo foi marcado por confusão e repreensão da polícia contra os torcedores nos arredores do estádio, motivada pelo lance polêmico no final da partida, envolvendo possível gol do Tigre – não marcado pela arbitragem, que validou a defesa do goleiro João Carlos -, o que culminou na reação mixtense e acabou provocando o tumulto no pós-jogo.
A insatisfação dos torcedores do Tigre da Vargas foi direcionada principalmente à arbitragem, que passou a ser cobrada de forma mais intensa logo após o encerramento do jogo.
Com o aumento da aglomeração e dos protestos, o policiamento presente no estádio interveio utilizando gás de pimenta e bombas de efeito moral para dispersar o público. Durante a ação policial, o presidente do Mixto Ítalo Freitas e o presidente do SAF Dorileo Leal acabaram atingidos por gás de pimenta. Crianças e idosos também foram prejudicados.
O lance polêmico aconteceu já no finalzinho do confronto e daria a vitória para o Mixto. Dionathã recebeu na área e finalizou de primeira. João Carlos defendeu a bola em cima da linha e os jogadores e comissão Alvinegra passaram a apontar que a bola teria entrado, o que não foi validado pela arbitragem.
Fonte: Olhar Direto






