Neste domingo, 11 de janeiro de 2026, a Lua se encontra na fase minguante, avançando para os últimos dias do ciclo lunar iniciado no começo do mês. Astronomicamente, não se trata do dia exato de mudança de fase, mas de um período de transição que ocorre após o quarto minguante, registrado no sábado, dia 10. A partir desse ponto, a porção iluminada da Lua visível da Terra diminui gradualmente até desaparecer completamente na Lua nova.
A aparência da Lua nesta data costuma enganar muitos observadores. Mesmo já classificada como minguante, ela ainda pode parecer relativamente iluminada no céu, especialmente nas primeiras horas da madrugada. Isso acontece porque as fases lunares não mudam de forma abrupta: o processo é contínuo, e o disco lunar vai perdendo brilho pouco a pouco ao longo dos dias.
O ciclo completo da Lua dura cerca de 29 dias e meio. Durante esse período, o satélite natural da Terra passa por quatro fases principais: Lua nova, quarto crescente, Lua cheia e quarto minguante. Entre essas etapas, existem intervalos de transição, como o observado neste 11 de janeiro, quando a Lua já deixou para trás o quarto minguante e caminha para a Lua nova.
Na prática, isso significa que menos da metade do disco lunar está iluminada pelo Sol. A área clara tende a formar uma faixa cada vez mais estreita, enquanto o restante da superfície permanece na sombra. Esse desenho é resultado da posição relativa entre Sol, Terra e Lua, e não de qualquer alteração física no satélite.
Durante a fase minguante, a Lua costuma nascer cada vez mais tarde e se tornar mais visível no céu nas horas que antecedem o amanhecer. Para quem observa a olho nu, esse período é interessante porque o contraste entre luz e sombra ressalta crateras e relevos lunares, especialmente próximo à linha que separa a parte iluminada da parte escura.
Além do aspecto visual, a fase da Lua também influencia fenômenos naturais bem documentados, como as marés. Embora o efeito gravitacional da Lua esteja sempre presente, ele é mais intenso durante a Lua cheia e a Lua nova. Na fase minguante, as marés tendem a apresentar menor amplitude, ainda que continuem seguindo um ritmo regular.
A observação da Lua acompanha a história da humanidade há milhares de anos. Povos antigos utilizavam o ciclo lunar como base para calendários, rituais e atividades agrícolas. Até hoje, a Lua segue sendo um importante referencial temporal, seja para quem trabalha com o campo, com a pesca ou simplesmente para quem aprecia observar o céu.
Não é por acaso que a pergunta “qual a fase da Lua hoje?” está entre as mais buscadas diariamente. A Lua é um dos poucos corpos celestes cujas mudanças podem ser percebidas facilmente, sem equipamentos especiais. A cada noite, o céu apresenta uma paisagem ligeiramente diferente, reforçando a conexão entre o tempo humano e os ciclos naturais.
Calendário lunar de janeiro de 2026
Confira as principais fases da Lua ao longo do mês:
- 3 de janeiro de 2026 – Lua cheia
- 10 de janeiro de 2026 – Quarto minguante
- 11 de janeiro de 2026 – Lua minguante (fase em transição)
- 18 de janeiro de 2026 – Lua nova
- 26 de janeiro de 2026 – Quarto crescente
Essas datas ajudam a compreender por que a Lua de hoje ainda mantém parte do brilho, mesmo já estando na fase minguante. A proximidade da Lua nova indica que o céu noturno ficará progressivamente mais escuro nos próximos dias, favorecendo a observação de estrelas e outros corpos celestes.
Em 11 de janeiro de 2026, a Lua minguante simboliza o encerramento de mais um ciclo lunar. Mesmo longe do brilho intenso da Lua cheia, essa fase carrega importância científica, histórica e cultural. Observar a Lua nesse estágio é acompanhar, de forma silenciosa e constante, o funcionamento preciso dos movimentos celestes que influenciam a vida na Terra.
Seguir o calendário lunar é uma maneira simples de manter contato com os ritmos da natureza e compreender melhor o céu que se transforma todas as noites.
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Fonte: cenariomt






