O diretor do MT Hemocentro, Fernando Henrique Modolo, destacou que a unidade é referência para o atendimento a pacientes com hemofilia no Estado. “Estamos com quase 500 pacientes com hemofilia A e B, hemofilia grave e outras coagulopatias. Nesta parceria com o projeto Sabiá, Governo do Estado e Ministério da Saúde, estamos intensificando o acolhimento às famílias e mostrando a importância do cuidado, do tratamento e do atendimento humanizado”, afirmou.
Modolo explicou ainda que uma empresa de consultoria parceira do Ministério da Saúde está percorrendo hemocentros de todo o país para identificar necessidades e aprimorar fluxos de atendimento. “Essa empresa vem para ouvir as famílias, escutar os gargalos e trazer esses anseios para que o MT Hemocentro possa melhorar a linha de cuidado”, disse.
Para a assistente administrativa, médica e pedagoga Graça Lopes, do Núcleo de Educação Permanente do MT Hemocentro, o projeto tem como foco promover diálogo e disseminar informações acessíveis aos pacientes. “Queremos conscientizá-los sobre a doença e mostrar que existem possibilidades para que tenham mais qualidade de vida”, explicou.
A programação incluiu atividades interativas nos dois primeiros dias. Já nesta sexta-feira (28), a hematologista Paloma Valk conduziu uma roda de conversa com os usuários, enquanto o pai de dois pacientes compartilhou sua experiência sobre a rotina de quem convive com a hemofilia.
“As nossas informações são exatamente para ajudar na qualidade de vida dos pacientes. Mesmo quem não tem alguém na família com hemofilia pode orientar um vizinho ou amigo a buscar atendimento no hemocentro, que é o regulador de toda a Hemorrede”, concluiu Graça.
Fonte: leiagora






