O presidente Lula da Silva avisou a aliados que vai substituir a , na em discussĂŁo no governo. Alvo de reclamações por parte de membros do Congresso, NĂsia tambĂ©m Ă© motivo de descontentamento do prĂłprio petista, que esperava um desempenho menos frustrante.
NĂsia, por exemplo, recebe crĂticas por uma eventual hesitação em pontos de grande desgaste para o governo, como o aumento exponencial dos casos de dengue e o mau gerenciamento de diversos lotes de vacinas, entre elas, as de combate ao covid-19.Â
A ministra deve ceder seu lugar ao colega Alexandre Padilha, atual chefe da Secretaria de Relações Institucionais. Padilha é médico e ocupou a pasta na gestão da então presidente Dilma Rousseff (PT).
Conforme reportagem do jornal Folha de S.Paulo, há uma avaliação no Palácio do Planalto de que, diante da crescente queda de popularidade do presidente, o MinistĂ©rio da SaĂşde seria uma área com potenciais condições de reverter o quadro negativo. Para isso, no entanto, seriam necessárias iniciativas rápidas e consistentes na implementação de polĂticas pĂşblicas de maior visibilidade.
Uma dessas iniciativas seria o “Mais Acesso a Especialistas”, programa que promete reduzir filas e ampliar o acesso da população a exames e consultas pontuais nos especialidades de oncologia, cardiologia, oftalmologia, otorrinolaringologia e ortopedia. Auxiliares de Lula sugerem a ideia de que, sem NĂsia, a manobra resulte em uma vitrine da gestĂŁo petista.
Nas conversas em que se discutiram nomes para substituir a atual ministra, Lula manifestou sua preferĂŞncia pelo tambĂ©m ex-ministro da SaĂşde Arthur Chioro. As questões de interesse polĂtico, no entanto, devem prevalecer sobre as urgĂŞncias tĂ©cnicas.
Os interlocutores do presidente citam a importância de um nome que tenha perfil polĂtico para estar Ă frente da pasta, o que contaria a favor de Padilha. Chioro, por sua vez, tem o apoio do ministro da Casa Civil, Rui Costa.
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Fonte: revistaoeste





