Natural de Araguaína, no Tocantins, Joyce morava em Jaciara (144 km de Cuiabá) com o marido Mateus Borges da Silva, de 23 anos, e seus dois filhos, de sete e três anos. Segundo Mateus, a jovem foi hospitalizada no dia 20 de dezembro após apresentar dores de cabeça intensas, desencadeadas durante a gravidez.
Com a piora do quadro, Joyce foi transferida para a Santa Casa de Rondonópolis, onde passou por uma cirurgia. Apesar dos esforços médicos, ela não resistiu e teve a morte cerebral confirmada no início do ano.
Os profissionais de saúde decidiram manter os aparelhos ligados para dar ao bebê a chance de completar o tempo mínimo de desenvolvimento necessário.
“Ela sofreu um aneurisma e teve morte cerebral. Como está grávida de seis meses, os médicos estão aguardando até atingir as 28 semanas para realizar o parto. Após o nascimento, os aparelhos serão desligados”, explicou o marido em entrevista ao.
O momento é de apreensão para a família, que ainda não tem previsão exata para o parto, mas deposita esperanças na força do bebê.
Com o objetivo de levar o corpo de Joyce para ser sepultado em sua cidade natal, a família iniciou uma campanha para arrecadar fundos. Doações podem ser feitas por meio do PIX , em nome de Bela Borges da Silva, irmã de Joyce.
O valor arrecadado será destinado ao translado do corpo, que ocorrerá após o nascimento do bebê e o desligamento dos aparelhos.
Fonte: Olhar Direto