Desde 2020, o https://diadeajudar.com.br/wp-content/uploads/2024/04/google.html enfrenta na Justiça norte-americana uma ação que envolve o modo anônimo do navegador Chrome. De acordo com processo, a companhia vinha ilegalmente coletando dados de usuários que usaram o navegador em seu modo privado, que supostamente não rastreia o comportamento on-line.
Depois de um processo, a big tech concordou em nos últimos anos de indivíduos que fizeram uso do Chrome em modo anônimo.
Embora os usuários não estejam sendo indenizados, os advogados que entraram com o caso acreditam que a aplicação de garantias e salvaguardas mais rigorosas custarão de US$ 4,75 bilhões a US$ 7,8 bilhões ao https://diadeajudar.com.br/wp-content/uploads/2024/04/google.html. O levantamento financeiro é com base no valor estimado das informações pessoais protegidas pelo acordo.
Se um juiz federal aprovar o acordo depois da audiência agendada para 30 de julho, o https://diadeajudar.com.br/wp-content/uploads/2024/04/google.html também será obrigado a configurar o modo “Incógnito”. Isso servirá para que os usuários possam bloquear automaticamente cookies que permitem que empresas terceiras os rastreiem nos próximos cinco anos.
Quando ativa o modo privado, o internauta deixa de gerar rastros de sua navegação. Dessa forma, abre mão das “vantagens” da personalização, impedindo que o browser faça sugestões baseadas em histórico, preencha automaticamente formulários ou mantenha ativo logins de contas on-line.
Assim que se fecha a janela privada, o navegador apaga o histórico e todos os cookies que foram criados durante essa sessão, de acordo com a Fundação Mozilla. Isso quer dizer que o navegador não armazenará nenhuma informação que se preencheu nem registrará o histórico de navegação.
Esse tipo de navegação garante que pesquisas sobre tópicos mais sensíveis, como cuidados de saúde, não sejam convertidas em anúncios. Além disso, o anonimato pode trazer uma proteção adicional ao navegar ou fazer login em contas ao usar computadores públicos, como em um hotel ou uma universidade.
Isso não quer dizer que o modo privado impede o usuário de ser detectado, que sites vejam sua localização por meio do seu endereço IP ou que provedores não sejam capazes de registrar suas atividades, independentemente do navegador usado. Contudo, o tipo de registro que o https://diadeajudar.com.br/wp-content/uploads/2024/04/google.html fazia com a navegação anônima do Chrome englobava informações pessoais e cookies, permitindo que sites e empresas terceiras rastreassem seus usuários — algo que o modo anônimo deveria impedir.
O uso de VPNs pode interferir no seu endereço IP, tornando mais difícil para os sites rastreá-lo. Contudo, a solução levanta questões adicionais de segurança, especialmente para usuários que não fizeram uma boa avaliação e optarem por um provedor de VPN gratuito ou barato.
Há soluções mais acessíveis, como o mecanismo de busca ou navegador , que são mais focados em privacidade e se comprometem a nunca coletar informações pessoais nem rastrear usuários. Para usuários avançados, há navegadores como o Tor, que são projetados para dificultar o rastreamento de terceiros e anunciantes.
No entanto, embora haja práticas que deixem menos rastros digitais, é praticamente impossível ser totalmente anônimo na internet.
Revista , com informações da Agência Estado
Fonte: revistaoeste